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sábado, 2 de abril de 2011

PF CONFIRMA: HOUVE MENSALÃO NO GOVERNO LULA

      Relatório final da Polícia Federal confirma a existência do mensalão no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Depois de seis anos de investigação, a PF concluiu que o Fundo Visanet, com participação do Banco do Brasil, foi uma das principais fontes de financiamento do esquema montado pelo publicitário Marcos Valério. Com 332 páginas, o documento da PF, divulgado pela revista “Época”, joga por terra a pretensão do ex-presidente Lula de provar que o mensalão nunca existiu e que seria uma farsa montada pela oposição.
    O relatório da PF demonstra que, dos cerca de R$ 350 milhões recebidos do governo Lula pelas empresas de Valério, os recursos que mais se destinaram aos pagamentos políticos tinham como origem o fundo Visanet. As investigações da PF confirmaram que o segurança Freud Godoy, que trabalhou com Lula nas campanhas presidenciais de 1998 e 2002, recebeu R$ 98,5 mil do esquema do valerioduto, conforme revelou o Estado, em setembro de 2006. A novidade é que Freud contou à PF que se tratava de pagamento dos serviços de segurança prestados a Lula na campanha de 2002 e durante a transição para a Presidência – estabelecendo uma ligação próxima de Lula com o mensalão. No depoimento, Freud narrou que o dinheiro serviu para cobrir parte dos R$ 115 mil que lhe eram devidos pelo PT.
    O relatório da PF apontou o envolvimento no esquema do mensalão, direta ou indiretamente, de políticos como o hoje ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, do PT. Rastreando as contas do valerioduto, os investigadores comprovaram que Rodrigo Barroso Fernandes, tesoureiro da campanha de Pimentel à prefeitura de Belo Horizonte, em 2004, recebeu um cheque de R$ 247 mil de uma das contas da SMP&B no Banco Rural. As investigações confirmaram também a participação de mais sete deputados federais, entre eles Jaqueline Roriz (PMN-DF), Lincoln Portela (PR- MG) e Benedita da Silva (PT-RJ), dois ex-senadores e o ex-ministro tucano Pimenta da Veiga.

    Segundo a revista “Época”, a PF também confirmou que o banqueiro Daniel Dantas tentou mesmo garantir o apoio do governo petista por intermédio de dinheiro enviado às empresas de Marcos Valério. Dantas teria recebido um pedido de ajuda financeira no valor de US$ 50 milhões depois de se reunir com o então ministro da Casa Civil José Dirceu. Pouco antes de o mensalão vir a público, uma das empresas controladas por Dantas fechou contratos com Valério, apenas para que houvesse um modo legal de depositar o dinheiro. De acordo com o relatório da PF, houve tempo suficiente para que R$ 3,6 milhões fossem repassados ao publicitário.

Fonte: AE – Agência Estado

UMA BOMBA PARA EXPLODIR!


Aberta a caixa de Pandora de Brasília
    Governo descobre novos escândalos no Distrito Federal e está próximo de chegar à origem do dinheiro do Mensalão do DEM

CONTINUIDADE

Os esquemas de corrupção começaram na gestão
Roriz e foram ampliados nas administrações de Arruda e Rosso
     
      Na semana passada, secretários do governo do Distrito Federal revelaram à ISTOÉ que José Moacir Vieira, titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, começou a receber ameaças de morte. Na noite da quarta-feira 30, alegando “razões pessoais”, Vieira pediu demissão. Seus antigos colegas não têm dúvida de que, apesar do respaldo dado pelo governador Agnelo Queiroz, as razões pessoais alegadas pelo ex-secretário estão relacionadas à chamada Máfia dos Terrenos, descoberta há cerca de 50 dias pela recém-criada Secretaria de Transparência. Formada por pseudoempresários, há pelo menos oito anos, a Máfia dos Terrenos se locupleta vendendo ou desvirtuando o uso de lotes obtidos do governo por meio de um programa batizado de Pró-DF. Vieira vinha tentando desmontar o esquema que começou a funcionar no governo de Joaquim Roriz e ganhou fôlego nas gestões de José Roberto Arruda e Rogério Rosso.

     O programa Pró-DF foi criado para motivar empresas a se instalar no entorno de Brasília. Para isso, além dos terrenos, o governo concede uma série de incentivos fiscais. O que se descobriu nos últimos dois meses é que, em nome desse projeto, uma quadrilha se aproveitou dos benefícios para promover fraudes em série. Muitos terrenos que deveriam abrigar grandes empresas acabaram vendidos e há casos até em que sobre eles foram construídas quitinetes para locação. O golpe, segundo as investigações, ganhou maior intensidade no ano passado. Em 2010, o governo distribuiu 381 terrenos, número maior do que a soma dos lotes entregues entre 2007 e 2009. Só em outubro, mês da eleição, 51 lotes foram doados.

“Quase todos os projetos não seguiram os trâmites legais”, confirmou à ISTOÉ o subsecretário de Desenvolvimento Econômico, Laerte de Oliveira Santos. O governo também já descobriu que a Máfia dos Terrenos pagava propina para que seus processos passassem à frente de outros e eles conseguissem a posse e, em seguida, a escritura definitiva dos terrenos. “Quem não pagou, não recebeu”, confirmou Santos. Diante desse quadro de generalizada corrupção, o ex-secretário passou a tomar medidas drásticas. Determinou o cancelamento dos incentivos e a retomada de terrenos irregulares, que seriam colocados à venda por meio de licitação da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap).

Parte das irregularidades foi desvendada a partir de auditorias realizadas, no início deste ano, pela Secretaria de Transparência, criada pelo governo atual para passar a limpo as denúncias da Operação Caixa de Pandora, da PF, que derrubou o então governador José Roberto Arruda. Quando assumiu o Palácio do Buriti, o governador Agnelo Queiroz determinou que se fizesse uma verdadeira devassa nos contratos celebrados nas últimas gestões.

     O resultado preliminar chocou os responsáveis pela devassa. “O levantamento nos causou espanto”, disse Queiroz à ISTOÉ. Entre os integrantes do governo do Distrito Federal acredita-se que a partir dessas investigações poderá se chegar aos financiadores do Mensalão do DEM. “Em troca da liberação dos terrenos, servidores públicos recebiam propinas e o dinheiro era posteriormente repassado à base aliada dos ex-governadores”, diz um dos técnicos que investigam o caso. Em Santa Maria, um lote de 195 mil metros quadrados foi liberado em apenas seis dias, quando a tramitação normal para um projeto considerado de altíssima relevância para o desenvolvimento econômico de Brasília, como a instalação de uma indústria farmacêutica, por exemplo, demora pelo menos 90 dias.

     Segundo revelou o ex-secretário de Relações Institucionais de Arruda, Durval Barbosa, em depoimentos à PF, mais de R$ 50 milhões foram pagos em propinas para transformar glebas rurais em urbanas, aumentando seu valor de venda em até 1.000%, negócio que poderia render à Máfia dos Terrenos cerca de R$ 13 bilhões.


“É inaceitável que, mesmo depois da Operação
Caixa de Pandora, nenhum servidor tenha sido demitido”
Carlos Higino, secretário de Transparência do DF

     Mas as irregularidades encontradas pelas auditorias da Secretaria de Transparência do DF não se limitam às fraudes no programa de concessão de terrenos. Numa operação pente-fino realizada pelo governo foi descoberta uma série de convênios ilegais. Entre eles um contrato assinado entre a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, vinculada à Secretaria de Ciência e Tecnologia, e uma empresa chamada Fábrica de Talentos/Favela Produções e Promoções Artístico-Culturais em 13 de dezembro do ano passado. Pelo contrato, avalizado pelo então diretor da Fundação Kazuyoshi Ofugi, a Fábrica de Talentos receberia R$ 4,46 milhões para “promover pesquisa e inovação tecnológica em políticas públicas de acessibilidade na área industrial” e capacitar pessoas com deficiência física para produção de cadeiras de rodas, fraldas descartáveis, malhas compressivas e enxovais. A empresa chegou a receber R$ 1,3 milhão quase no ato da assinatura do convênio.

     Mas uma inspeção da Secretaria de Transparência no local onde deveria funcionar a fábrica de fraldas, enxovais e malhas encontrou apenas uma sala com menos de 100 metros quadrados, um balcão, duas máquinas de costura e algumas mesas de computador. “Nós estamos vendo o desvirtuamento da política pública com corrupção”, criticou o secretário de Transparência do DF, Carlos Higino. Ele lamenta a impunidade dos servidores nas gestões anteriores. “É inaceitável que, mesmo depois dos problemas identificados pela Operação Caixa de Pandora, nenhum servidor tenha sido demitido”, disse. Como se vê, os escândalos ainda são muitos e a Caixa de Pandora do DF parece inesgotável.




fonte: ISTOÉ



NOVOS ESCÂNDALOS A VISTA!

Reportagem da Revista Isto É desta semana, do jornalista Sérgio Pardellas, revela irregularidades, beneficiamentos e propinas dentro do governo. Confira:

“Na semana passada, secretários do governo do Distrito Federal revelaram à ISTOÉ que José Moacir Vieira, titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, começou a receber ameaças de morte. Na noite da quarta-feira 30, alegando “razões pessoais”, Vieira pediu demissão. Seus antigos colegas não têm dúvida de que, apesar do respaldo dado pelo governador Agnelo Queiroz, as razões pessoais alegadas pelo ex-secretário estão relacionadas à chamada Máfia dos Terrenos, descoberta há cerca de 50 dias pela recém-criada Secretaria de Transparência. Formada por pseudoempresários, há pelo menos oito anos, a Máfia dos Terrenos se locupleta vendendo ou desvirtuando o uso de lotes obtidos do governo por meio de um programa batizado de Pró-DF. Vieira vinha tentando desmontar o esquema que começou a funcionar no governo de Joaquim Roriz e ganhou fôlego nas gestões de José Roberto Arruda e Rogério Rosso.

O programa Pró-DF foi criado para motivar empresas a se instalar no entorno de Brasília. Para isso, além dos terrenos, o governo concede uma série de incentivos fiscais. O que se descobriu nos últimos dois meses é que, em nome desse projeto, uma quadrilha se aproveitou dos benefícios para promover fraudes em série. Muitos terrenos que deveriam abrigar grandes empresas acabaram vendidos e há casos até em que sobre eles foram construídas quitinetes para locação. O golpe, segundo as investigações, ganhou maior intensidade no ano passado. Em 2010, o governo distribuiu 381 terrenos, número maior do que a soma dos lotes entregues entre 2007 e 2009. Só em outubro, mês da eleição, 51 lotes foram doados.

“Quase todos os projetos não seguiram os trâmites legais”, confirmou à ISTOÉ o subsecretário de Desenvolvimento Econômico, Laerte de Oliveira Santos. O governo também já descobriu que a Máfia dos Terrenos pagava propina para que seus processos passassem à frente de outros e eles conseguissem a posse e, em seguida, a escritura definitiva dos terrenos. “Quem não pagou, não recebeu”, confirmou Santos. Diante desse quadro de generalizada corrupção, o ex-secretário passou a tomar medidas drásticas. Determinou o cancelamento dos incentivos e a retomada de terrenos irregulares, que seriam colocados à venda por meio de licitação da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap).

Parte das irregularidades foi desvendada a partir de auditorias realizadas, no início deste ano, pela Secretaria de Transparência, criada pelo governo atual para passar a limpo as denúncias da Operação Caixa de Pandora, da PF, que derrubou o então governador José Roberto Arruda. Quando assumiu o Palácio do Buriti, o governador Agnelo Queiroz determinou que se fizesse uma verdadeira devassa nos contratos celebrados nas últimas gestões. O resultado preliminar chocou os responsáveis pela devassa. “O levantamento nos causou espanto”, disse Queiroz à ISTOÉ.

Entre os integrantes do governo do Distrito Federal acredita-se que a partir dessas investigações poderá se chegar aos financiadores do Mensalão do DEM. “Em troca da liberação dos terrenos, servidores públicos recebiam propinas e o dinheiro era posteriormente repassado à base aliada dos ex-governadores”, diz um dos técnicos que investigam o caso. Em Santa Maria, um lote de 195 mil metros quadrados foi liberado em apenas seis dias, quando a tramitação normal para um projeto considerado de altíssima relevância para o desenvolvimento econômico de Brasília, como a instalação de uma indústria farmacêutica, por exemplo, demora pelo menos 90 dias. Segundo revelou o ex-secretário de Relações Institucionais de Arruda, Durval Barbosa, em depoimentos à PF, mais de R$ 50 milhões foram pagos em propinas para transformar glebas rurais em urbanas, aumentando seu valor de venda em até 1.000%, negócio que poderia render à Máfia dos Terrenos cerca de R$ 13 bilhões.

Mas as irregularidades encontradas pelas auditorias da Secretaria de Transparência do DF não se limitam às fraudes no programa de concessão de terrenos. Numa operação pente-fino realizada pelo governo foi descoberta uma série de convênios ilegais. Entre eles um contrato assinado entre a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, vinculada à Secretaria de Ciência e Tecnologia, e uma empresa chamada Fábrica de Talentos/Favela Produções e Promoções Artístico-Culturais em 13 de dezembro do ano passado. Pelo contrato, avalizado pelo então diretor da Fundação Kazuyoshi Ofugi, a Fábrica de Talentos receberia R$ 4,46 milhões para “promover pesquisa e inovação tecnológica em políticas públicas de acessibilidade na área industrial” e capacitar pessoas com deficiência física para produção de cadeiras de rodas, fraldas descartáveis, malhas compressivas e enxovais. A empresa chegou a receber R$ 1,3 milhão quase no ato da assinatura do convênio. Mas uma inspeção da Secretaria de Transparência no local onde deveria funcionar a fábrica de fraldas, enxovais e malhas encontrou apenas uma sala com menos de 100 metros quadrados, um balcão, duas máquinas de costura e algumas mesas de computador.

“Nós estamos vendo o desvirtuamento da política pública com corrupção”, criticou o secretário de Transparência do DF, Carlos Higino. Ele lamenta a impunidade dos servidores nas gestões anteriores. “É inaceitável que, mesmo depois dos problemas identificados pela Operação Caixa de Pandora, nenhum servidor tenha sido demitido”, disse. Como se vê, os escândalos ainda são muitos e a Caixa de Pandora do DF parece inesgotável.

 fonte: blogdapaolalima

sexta-feira, 1 de abril de 2011

ANÁLISE DO FATO:



"Vejo de forma desnecessária essa coisa de só entrar na administração da cidade após uma identificação no balcão. Essa cidade sempre respeitou suas autoridades e a história diz isso. Medidas para moralizar não deve começar distânciando o povo de quem decide". 

Damião Miguel - Grupo GBU - Discordando da idéia do administrador José Luiz Ramos 

CHEGAR PERTO DO ADMINISTRADOR. FICOU MAIS DIFICIL!

   
    A comunidade de Brazlândia parece que não gostou da infeliz idéia do administrador José Luiz Ramos de só permitir a comunidade entrar na administração mediante a um processo de indentificação prévia. Vale lembrar que o morador precisa se identificar e declarar onde vai de forma antecipada. Caso contrário NÃO ENTRA!.

        Isso quer dizer que quem desejar se aproximar do administrador de Brazlândia não terá livre acesso a maior autoridade da cidade. Quanto a identificação prévia o blogdogbu.com não tem nada contra.

        Mas na medida absurda da identificação não é exigida um documento do morador que deseja entrar nas dependências da administração.

        Isso quer dizer que uma pessoa poderá dar um nome FALSO e assim ter acesso ao gabinete do administrador. Segundo ás más linguas o administrador mistura organização com BUROCRACIA.

      Se foi para dificultar o livre acesso da comunidade ás dependências da administração regional acreditamos que Zé Luiz acertou ERRANDO!

       Procurado pelo o blogdogbu.com um morador que estranhou a medida foi mais incisivo; " Nem no palácio do governo e nem na casa legislativa (CLDF) se vê tanta burocracia. É a cara do Zé Luiz!" - disse.

     Uma pergunta que não quer calar em virtude da impopular medida do administrador de frear a aproximação da comunidade ás autoridades da cidade. É essa; " Se o administrador já tem um Policial Militar e dois vigilantes na administração. Pra que criar a CANCELA na administração da cidade? - com a palavra o administrador José Luiz Ramos.

INFERNO ASTRAL

   
Quem acredita em inferno astral anda dizendo que um político da capital vive um período infernal. Em quase todas as redações estão sendo gestadas reportagens arrasadoras e letais para a carreira política do sujeito. Ele ganhou uma sobrevida por causa da morte de Jose de Alencar. São tantos escândalos que se tornou impossível abafar os casos.

     Um grupo de pessoas ligadas ao político também será arrastado para o furacão que os pode levar ao presídio da Papuda. O político já foi abandonado pelo GDF e até a maçonaria prepara a virada de costas ao irmão bode. Para evitar o abate, o político que tava quietinho, até parece ter feito promessa de perder peso. No visual, sem dúvida, já perdeu uns 12 quilos. Integrantes do governo dizem que o emagrecimento vem do medo e da perda de poder.
Esperem os próximos capítulos da Caixa de Pandora nas bancas mais próximas.

fonte: blogdodonny

JUAREZÃO PODERÁ ASSUMIR LUGAR DE BENEDITO

    O distrital Benedito Domingos (PP) pediu licença do cargo de deputado pelo um prazo de 15 dias. Benedito Domingos já tem 76 anos e vem sentido-se mal e na última quarta -feira recebeu atendimento na CLDF. O distrital vem sendo acusado de irregularidades na administração de Taguantinga e recebeu na semana passada a informação da morte de uma de suas bisnetas. Vale lembrar que com a saida de Benedito Domingos por um tempo superior a um mês quem assume o seu lugar é JUAREZÃO.

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO EM BRAZLÂNDIA

    A comunidade de Brazlândia está provando de uma gestão mais democrática e porque não dizer Transparente. Chega a nossa cidade a chance de você morador decidir onde serão investidos seus impostos.


quinta-feira, 31 de março de 2011

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO VEM AI!

   A comunidade que gosta de contribuir com o futuro da cidade, terá que colocar em sua agenda o encontro sobre o Orçamento Participativo que acontecerá dentro de alguns dias. Ainda hoje iremos informar o cronograma desse importante evento para a cidade de Brazlândia. Falta apenas a administração no ceder essas informações. 

terça-feira, 29 de março de 2011

ELEIÇÃO NO PT LOCAL: Ás cartas serão dadas por...

      Em mais de 60 mensagens que chegaram ao Email dos amigos do GBU. A maioria dos que opinaram sobre a eleição no PT local acreditam que Bolivar Rocha será o homem que dará ás cartas na futura composição do partido do governador em nivel local. Veja pelo menos três mensagens que nos chegaram esta semana. Vamos preservar o nome das pessoas que nos enviaram;

" O Bolivar vai dar mais uma aula de articulação e ganhar a eleição do nosso partido. Se ele será o presidente eu não sei. Mas ele vai decidir quem assumirá".

" Enquanto todo mundo briga o Bolivar vai fazer igual a indicação do administrador. Caladinho ele vai aprontar das suas e ganhar ás eleições".

" O Negão ( Raimundão) sabe que não tem chances de voltar ao comando do partido. Não tem voto para isso. Se conheço bem ele basta ele se unir com o Bolivar Rocha e tá feito a m... na vida dessa turminha que se intitula de renovação".

FILIPELLI ABRE O CORAÇÃO

       Vice-governador do petista Agnelo Queiroz no Distrito Federal, Tadeu Filippelli é o maior cacique do PMDB em Brasília e responsável pelo afastamento do partido do ex-governador Joaquim Roriz. Em entrevista ao Poder Online (IG), ele confirma os planos de disputar o governo do Distrito Federal, mas diz que não há hipótese de disputar contra o governador Agnelo.

Filippeli afirmou também que vê nos novos escândalos no DF envolvendo a deputada Jaqueline Roriz e o deputado Chico Leite uma possível estratégia do ex-governador José Roberto Arruda de criar “instabilidade política” em Brasília para se defender.


Poder Online: Dirigentes partidários dizem que é o senhor que tem governado Brasília, e não o Agnelo. Eles estão certos?

Tadeu Filippelli: Não, de forma nenhuma. Eu apenas contribuo no que eu posso e no que tenho conhecimento. É o contrário. Eu acho que o Agnelo se superou ao conseguir montar um governo com todas as vertentes políticas. Foi de uma habilidade fantástica. Ele tem sido muito correto com todos os partidos, e em particular com o PMDB.

Poder Online: Mas o senhor pretende se candidatar ao governo do Distrito Federal?

Tadeu Filippelli: Esses são planos futuros. Mas, antes de ter esse plano, eu te asseguro que não há a menor possibilidade de eu ter uma disputa de votos com o Agnelo, um conflito eleitoral.

Poder Online: Como fica o governo do DF após tantos escândalos, dessa vez envolvendo o deputado Chico Leite, integrante do mesmo partido do governador Agnelo Queiroz?

Tadeu Filippelli: Uma pessoa que pertence a um partido não pode representar o partido, e nem contaminá-lo como um todo. Cada pessoa tem de ser responsável pelos seus atos e o partido, logicamente, tem de reagir. Mas o que estou vendo nos últimos dias é mais o oportunismo de usar o momento em que estamos passando como um fator de instabilidade política. Mas esses assuntos devem ficar a cargo dos órgãos competentes, que são a Justiça, a Polícia Federal e o Ministério Público.

Poder Online: Mas o que o Arruda ganha criando essa instabilidade política no governo?

Tadeu Filippelli: Talvez seja um gesto mais ligado a uma linha de defesa, a uma estratégia de advogados, do que efetivamente um gesto contra o governo.


Poder Online: Outro caso revelado recentemente foi o vídeo da deputada Jaqueline Roriz recebendo dinheiro de Durval Barbosa, pivô de escândalo de corrupção em Brasília.

Tadeu Filippelli: É outro caso que está na mesma esteira da Operação Caixa de Pandora. No momento, está sendo discutido no lugar em que deve ser discutido, que é na Câmara Federal. Seria improdutivo neste momento eu expressar qualquer opinião sobre o processo que ela sofre por quebra de decoro parlamentar. O que o governo tem que fazer agora é virar os olhos para dentro da sua estrutura e da sua máquina e não permitir erros como esse.


Poder Online: E como está sua relação com o ex-governador Rogério Rosso, ele será expulso do PMDB?

Tadeu Filippelli: Qualquer opinião minha a respeito dele pode ser entendida por uma diferença pessoal, por causa da tentativa dele de reeleição. Eu acho que o governo Rosso foi um momento infeliz para Brasília, quando todos aguardavam uma postura de respeito pela cidade. Quanto ao aspecto partidário, ele responde a um processo de expulsão, já em fase final no Conselho de Ética. Prefiro não comentar.



fonte: blogdodonny

EM LÁGRIMAS

    Em lágrimas, a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula comentaram a morte de José Alencar. A visita de ambos a Portugal foi encurtada, e os dois voltam a Brasília logo depois de Lula receber o título de doutor honoris causa na Universidade de Coimbra, que ele vai dedicar a Alencar. "Todo mundo era bom depois de morrer. Alencar era bom em vida", chorou Lula. Dilma informou que a família de Alencar aceitou que o corpo seja velado no Palácio do Planalto. O enterro será em Minas Gerais. O governo decretará luto oficial de sete dias.

fonte: claudiohumberto

FICOU DEVENDO

      Quase canonizado em vida, José Alencar morreu recusando o gesto que se espera de todo homem que não é canalha: fazer exame de DNA em ação de reconhecimento de paternidade. Renegou a filha mais velha e insinuou que a mãe, enfermeira de Caratinga, era “prostituta.

fonte: claudiohumberto

O TERROR NA CÂMARA LEGISLATIVA

  
    Deputados distritais estão preocupados com a onda de denúncias que assolou a Câmara Legislativa nos últimos dias. Depois de um início de legislatura com acusações de favorecimento da família por parte do deputado Benedito Domingos (PP), quando esteve à frente da Administração de Taguatinga, os parlamentares enfrentam agora denúncias variadas contra outros quatro colegas, três deles da base do governo: Chico Vigilante (PT), Chico Leite (PT) e Alírio Neto (PPS), além da oposicionista Celina Leão (PMN).

O clima não poderia estar pior no Legislativo. O primeiro problema é o desgaste que as denúncias provocam na já abatida reputação da Casa. O segundo é o aumento da tensão entre políticos, temerosos de que a onda acabe por arrastá-los também. Para a população, uma outra preocupação: a de que o número de denunciados seja grande o suficiente, ainda mais sem oparecimento de novos vídeos, para que eles proponham um acordão de “ninguém investiga ninguém”.

Fica a torcida de todos os brasilienses, de nascimento ou de coração, para que todas essas denúncias sejam apuradas, que os culpados sejam punidos e que a cidade possa, enfim, seguir em frente sem novos fantasmas.

fonte: blogdapaola

GREVE NA POLICIA CIVIL

   Os policiais civis do Distrito Federal decidiram, em assembleia na tarde desta terça-feira (29/3), entrar em greve. A paralisação está prevista para começar a partir das 8h de quinta-feira (31/3) por tempo indeterminado. Segundo o diretor de comunicação do Sindicato dos Policiais (Sinpol), Luciano Marinho, a categoria volta a cruzar os braços por não ter recebido nenhuma proposta do governo em relação as reivindicações já pedidas na última paralisação (os policiais fizeram uma greve de 72h em 23 de fevereiro).

A categoria quer a reestruturação da carreira e um aumento salarial de 28%. "Estamos nessa queda de braço há dois anos. Hoje era o prazo dado para que o governo apresentasse uma proposta e ele não apresentou qualquer proposta plausível. A categoria está sendo empurrada a isso (a greve)", comentou Luciano Marinho.

Durante a paralisação, os policiais vão atender apenas ocorrências graves e emergenciais, como homicídios, latrocínios e tentativas, roubos, violências graves e Lei Maria da Penha com medidas protetivas. O efetivo também fica reduzido com 30% dos policiais nas delegacias do Distrito Federal.

Esta é a segunda greve da categoria no ano. Em 23 de fevereiro, os policiais cruzaram os braços por 72 horas pelas mesmas reivindicações. A categoria tentou uma negociação com o governo federal, mas não conseguiu. Eles chegaram a ameaçar a cruzar os braços durante o período do carnaval, mas a paralisação foi descartada durante assembleia no dia 3 de março.

fonte:correioweb

MORRE JOSÉ ALENCAR

      Morreu aos 79 anos, nesta terça-feira (29/3), o ex-vice-presidente José Alencar. O anúncio oficial foi feito por volta das 14h50. Internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde a última segunda-feira (28/3), quando apresentou quadro de oclusão intestinal – entupimento do intestino –, Alencar não resistiu e faleceu.

Raul Cutaitm, um dos médicos que cuidaram do paciente, afirmou no fim da manhã desta terça que não havia mais condições de seguir o tratamento do paciente. "Nós estamos dando a ele todas as medidas de suporte para ele não sofrer", disse.

Desde 1997 Alencar lutava contra um câncer que se iniciou no rim e depois se espalhou para outros locais do corpo, como a próstata e o abdôme. O ex-vice-presidente passou por mais de 15 cirurgias durante o tratamento, sendo que a mais complexa delas, em 2009, demorou 17 horas. Desde o final de 2010 o estado de saúde de Alencar se agravou, provocando uma rotina de internações constantes e interrupções no tratamento quimioterápico que ele fazia há vários anos. Mesmo com um estado de saúde debilitado, Alencar manteve o bom humor em seus últimos meses de vida.

Em uma das últimas visitas que recebeu, da presidente Dilma Rousseff, os dois chegaram a cantar músicas juntos. José Alencar assumiu a vice-presidência em 2002, durante o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, e deixou o cargo no dia 31 de dezembro de 2010, um dia antes da posse de Dilma Roussseff. Em seus últimos meses de vida, ele expressou diversas vezes a vontade de comparecer à posse da atual presidente, mas o estado de saúde delicado impediu que ele fosse à solenidade.

A última aparição pública de Alencar foi no dia 25 de janeiro, quando se reuniu com Lula e Dilma em São Paulo para receber uma homenagem. Durante sua gestão, Alencar foi crítico ferrenho dos juros altos mantidos pelo governo, mas manteve com Lula uma boa relação política e de amizade. No final de seu mandato, se engajou na campanha de Dilma, chegando a ser coordenador da campanha da petista em Minas Gerais, mas teve que deixar a campanha quando foi internado.

Carreira política

Nascido em 17 de outubro de 1931, no distrito de Itamuri, em Muriaé, Zona da Mata de Minas Gerais, Alencar começou sua carreira de empresário aos 14 anos, como vendedor. Sua grande obra foi a fundação da Companhia de Tecidos Norte de Minas (Coteminas), que lhe rende o status de um dos empresários mais bem sucedidos do estado. Alencar foi presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) entre 1989 e 1995. Sua primeira investida na política foiSua primeira investida na política foi em 1994, quando se candidatou a governador do estado.



fonte: correioweb

Celia será candidata

     Só se o mundo acabar antes do tempo. Mas se tudo acontecer como previsto. a assessora da área de Desenvolvimento Econômico, Célia Barros, buscará ser a futura presidente do PT local. Vale lembrar que nomes como de Raimundão e Bolivar poderiam somar forças com ela e assim sairem vencedores. Pelo menos ela acredita nisso!

De NOVO!

    O trabalho será de quatro anos e se preciso de casa em casa. O lider comunitário do Incra 08, J. Lima, vai repetir o trabalho que fez no ano passado e deverá oficializar de forma meio que precosse o seu nome na disputa por uma vaga de distrital em 2014. Vale lembrar que J. Lima tem um grande trabalho em defesa da comunidade e nada mais justo do que buscar esse objetivo.

Quadra 34 terá candidato

     Um nome que surge como possivel candidato a distrital em 2014 é o do lider comunitário, Neizinho da 34. Vale lembrar que Nei foi um dos coordenadores de Eliana Pedrosa e como ela não irá disputar mais a Câmara Legislativa começa a abrir espaço para velhos companheiros.

Só uma chuvas

    O assessor do administrador regional da cidade, Paulinho do Conselho, deverá passar só umas chuvas na administração da cidade. Na verdade ele já está aproveitando o tempo que tem e a máquina a seu favor para seguir muito em breve na direção do Conselho Tutelar. Até porque uma parcela significativa da comunidade acha que lá é seu lugar.