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sexta-feira, 14 de julho de 2023

Vídeo. Dupla detalha assassinato de homem em DP: “Pisamos na garganta”

Reprodução
Homem negro vestido de branco sentado em cadeira - Metrópoles

A frieza com que Pedro Henrique Marcelo do Prado Vasco, 19 anos, e Weslei Alves Araújo, 20, descrevem os meios empregados para matar o colega de cela Danilo da Silva Araújo, 33, demonstram o terror e a dor vividos pela vítima na 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas), na sexta-feira passada (7/7).

No depoimento, Pedro afirma que atacou o colega de cela após acordar e perceber que Danilo “estava se masturbando” do lado dele. Nesse instante, iniciou-se a série de agressões. “Dei um soco nele”, acrescenta.

O jovem teria enforcado o rival até que desmaiasse. “Ele apagou, mas continuo respirando”, conta. Mesmo com Danilo desacordado a dupla persistiu na agressão, que terminou em diversas fraturas nos braços, nas costelas e no pescoço.

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Assista ao depoimento de Pedro:

Já Weslei, também em depoimento, confessou que participou das agressões e que impediu que a vítima pedisse ajuda. “Estava tampando a boca dele. Demorou para apagar, estava vivo ainda e a gente terminou de matar”, diz. “Colocamos a cabeça dentro do vaso e pisamos na garganta dele.”

Veja o depoimento de Weslei:

Um quarto preso que também estava na cela não teve envolvimento com o ataque. Questionado sobre o ocorrido, a testemunha informou que a vítima parecia ter transtornos mentais e que costumava fazer perguntas sem sentido e aboola

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Prisão preventiva

Horas antes do assassinato, Danilo foi preso em flagrante suspeito de perseguir uma adolescente de 15 anos em uma rua no Recanto das Emas. Ele aguardava na carceragem da 27ª DP para passar por audiência de custódia.

Pedro Henrique e Weslei estavam presos antes do assassinato de Danilo devido a um outro homicídio praticado quando tinham menos de 18 anos. A dupla foi levada à delegacia para registro de ocorrência por ter cometido atos de vandalismo no presídio.

Em audiência de custódia, a Justiça do Distrito Federal manteve a prisão da dupla.

O Núcleo de Investigação e Controle Externo da Atividade Policial (Ncap), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), abriu procedimento interno para investigar o crime. O departamento informou que “tomará as medidas cabíveis ao caso”, mas o processo tramita sob sigilo.

Os policiais só perceberam a morte depois de os próprios assassinos avisarem que “tinham matado o ‘Jack'” — gíria usada por criminosos para se referir a acusados de estupro.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informou que a Corregedoria-Geral de Polícia apura o caso.

Morte de preso

Danilo foi morto com socos e por enforcamento, segundo depoimento dos presos. Ao perceber a situação, um dos assassinos ajudou com as agressões, ao cobrir a boca da vítima, para que não chamasse os policiais.

Depois, Pedro Henrique e Weslei teriam continuado as agressões, pisoteando a cabeça de Danilo até quebrar o pescoço da vítima. Os dois só teriam parado quando perceberam que ele estava morto.

Após o ocorrido, os presos chamaram os policiais, que acionaram equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Danilo foi declarado morto no local.

Metrópoles

quinta-feira, 13 de julho de 2023

 Ministro do STF foi vaiado por estudantes e reagiu exaltando ter derrotado ex-presidente da República

Ministro do STF foi vaiado em Congresso da Une e exaltou derrota de Jair Bolsonaro. Foto: Wilson Dias/Agência 

O ministro e vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso será alvo de pedido de impeachment motivado pelo seu discurso de ontem (12), durante evento estudantil, em que foi vaiado e reagiu exaltando a derrota do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL). O pedido será apresentado ao Senado pelo líder da oposição na Câmara dos Deputados, Carlos Jordy (PL-RJ), pela acusação do suposto cometimento do crime de responsabilidade de “exercer atividade político-partidária”, previsto na legislação brasileira.

A fala de Barroso, durante o congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Brasília, foi considerada político-partidária e criminosa. “Nós derrotamos a censura, nós derrotamos a tortura, nós derrotamos o bolsonarismo para permitir a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas”, disse Barroso, em meio a vaias de estudantes, ao lado do ministro da Justiça Flávio Dino, e do deputado federal Orlando Silva (PCdoB-RJ).

O STF afirmou, em nota, que Barroso se referia a “voto popular” quando disse “nós derrotamos o bolsonarismo”, e não “à atuação de qualquer instituição”. Mas parlamentares da oposição condenaram a postura do ministro por este ser vice do STF, ter presidido o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até fevereiro de 2022, ano eleitoral em que Bolsonaro foi derrotado. E, principalmente, pelo seu histórico de falas e decisões contrárias à reeleição de Bolsonaro, a exemplo de: “Perdeu, mané!”, dirigida a um bolsonarista.
Escrachou de vez? Imagine um ministro do STF dizendo numa palestra q [sic] eles ‘derrotaram o lulo-petismo’. A oposição entrará com processo de impeachment contra Barroso por cometer crime de ‘exercer atividade político-partidária’, previsto no Art. 39, da Lei 1079/50”, anunciou o líder oposicionista Carlos Jordy, no Twitter.

Em vídeo em suas redes sociais, o deputado Jordy criticou falas antigas de Barroso, como: “Eleição não se ganha, se toma” e “O Judiciário passou a ser um poder político”. E ainda condenou a participação do ministro em evento nos Estados Unidos, cujo tema seria “Como se livrar de um presidente”.

Veja mais argumentos do líder da oposição na Câmara, para o pedido de impeachment de Barros

Reação da oposição

No Senado, onde são processados pedidos de impeachment contra ministros de tribunais superiores, o líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN), também criticou a fala de Barroso. “Aparentemente, o PT teve mais aliados do que imaginávamos”, provocou no Twitter.

Mesmo incrédulo com o resultado da eventual abertura de processo de impeachment, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) demonstrou apoio à iniciativa da oposição. “Se, por um milagre, houver justiça nesse país, a perda do cargo é inegável”, concluiu o parlamentar mineiro.

A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também criticou Barroso por discursar como um militante, sem se preocupar com a envergadura de seu cargo. Para a parlamentar, o ministeo teria exposto uma “confissão de que atuou não de acordo com a lei e a constituição mas sim com fins políticos[sic]”.

Voto popular

Veja a nota do STF, que argumenta em defesa de Barroso:

O Ministro do STF Luís Roberto Barroso, o Ministro da Justiça, Flavio Dino, e o Deputado Federal Orlando Silva estiveram juntos, no Congresso da UNE, para uma breve intervenção sobre autoritarismo e discursos de ódio. Todos eles participaram do Movimento Estudantil na sua juventude. Apesar do divulgado, os três foram muito aplaudidos. As vaias – que fazem parte da democracia – vieram de um pequeno grupo ligado ao Partido Comunista Brasileiro, que faz oposição à atual gestão da UNE. Como se extrai claramente do contexto da fala do Ministro Barroso, a frase ‘Nós derrotamos a ditadura e o bolsonarismo’ referia-se ao voto popular e não à atuação de qualquer instituição.

Diário do Poder 

sexta-feira, 7 de julho de 2023

Politica: Cuidando dele e do filho e o resto. Como fica?


 Por Damião Miguel 

Os bastidores políticos anda fervendo nos comentários e no chamado "disse me disse" dentro do PSD. Os rumores dão conta que o empresário Paulo Octávio anda concentrado demais em viabilizar seu nome para o Senado Federal e do seu filho para a Câmara Federal em 2026.

A questão da viabilidade das duas futuras candidaturas está dentro de uma normalidade nas questões partidárias,  mas o 'grita geral' entre os membros do partido é que PO precisa cuidar mais do partido e menos da dupla.

Afinal, ninguém ganha eleição sozinho, não é  PO?


Politica: Hermeto fecha o semestre na "crista da onda"

Considerado um dos parlamentares mais atuante do DF, Hermeto, não fugiu das responsabilidades e garante que disposição tem de sobra



Considerado um dos parlamentares mais atuantes em 2023, Hermeto, não correu das responsabilidades e garante que o mandato está apenas começando 

 O distrital Hermeto fechou o semestre com diversas aparições na grande mídia fazendo uma prestação de contas da CPI dos atos antidemocráticos.  O parlamentar do MDB que tem a missão de ser o relator da CPI do dia 08 de janeiro teve uma agenda cheia no inicio de seu segundo mandato e não abriu mão de visitar as cidades satélites e prestar contas em caminhadas dentro de sua base eleitoral. 


Com giros nas cidades, participações na CPI e fazendo atendimentos em seu gabinete, Hermeto, também se transformou em um dos mais atuantes defensores junto ao governo federal  do aumento para as forças de segurança do DF.

O parlamentar acredita que esse semestre foi de muito trabalho e considera esse periodo como o que mais se dedicou na condição de deputado distrital;" Fico feliz que produzimos muito em defesa da população sem abrir mão de manter o contato com a comunidade. E olha que estamos começando o segundo mandato ", disse otimista Hermeto.


Redação 

Politica: MDB já dar como certa pré-candidatura de Mayara Noronha



Por Damião Miguel

 O partido do governador Ibaneis Rocha vem se organizando de forma antecipada com vistas as eleições de 2026. A legenda com 5 distritais deverá avançar em filiações de ex-candidatos de até 5 mil votos na eleição anterior. 
Se
 Na disputa para deputado federal a legenda vem trabalhando para ter nomes fortes como Rafael Prudente, Wellington Luiz e se nada fugir do controle a primeira dama Mayara Noronha deverá ser lançada com muita força por uma das oito vagas ao parlamento federal.

Vale lembrar que a primeira dama Mayara Noronha tem disposição de sobra e suas atividades sociais vem ampliando a cada dia.


Câmara aprova reforma tributária; caso pode parar no STF

Governador Ronaldo Caiado entende que o texto fere o princípio da federação, ao criar o Conselho Federativo com peso populacional

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, a reforma tributária por 375 votos favoráveis e 113 votos contrários e 3 abstenções. Para ser aprovada, a matéria precisava de, no mínimo, 308 votos. Com a matéria aprovada no segundo turno, o projeto será apreciado no Senado.

Apenas o PL orientou votos contra a proposta. O União Brasil chegou a sinalizar orientação contrária, mas acabou seguindo o governo.

A aprovação mostra a força do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que é tido como o principal responsável pela votação e aprovação da matéria.

Para a votação, a Mesa Diretora da Casa liberou a votação remota. Com isso, mesmo parlamentares que não estão em Brasília conseguem votar pelo aplicativo dos deputados.

Mesmo aprovada na Câmara, a reforma tributária pode acabar no Supremo Tribunal Federal (STF). O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), prometeu acionar o STF.

Conseguiram dividir o Brasil. Com a nova regra do Conselho, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais vão mandar na federação. É um absurdo. Todos os outros entes federados serão subfederados”, disse o governador antes da votação. Caiado entende que o texto fere o princípio da federação, ao criar o Conselho Federativo com peso populacional

Diário do Poder