ENQUETE: QUAL A AVALIAÇÃO QUE VOCÊ FAZ DA ADMINISTRAÇÃO DE ZÉ LUIZ ATÉ O MOMENTO EM BRAZLÂNDIA?

domingo, 13 de março de 2011

Semana que vem tem faxina

     O administrador de Brazlândia poderá receber até quarta - feira uma ajuda significativa para limpar a cidade em um prazo muito curto. Segundo fontes obtidas pelo o blogdogbu.com a Novacap deverá invadir a cidade para realizar esse trabalho. Esperamos que ás equipes procurem o Diretor de Serviços, Jorge Bonifácio, para que possam ser definidos ás prioridade dessa limpeza geral.

Tarcilio fica!

      O grupo que vem fazendo pressão para o administrador José Luiz Ramos abrir mão de seu chefe de gabinete e assim acomodar um dirigente de um partido da base aliada. Está descartada!. Nos últimos dias foram sentidas insatisfações em alguns dirigentes do PMDB e do PSB no sentido de indicarem o segundo cargo mais importante da estrutura da cidade. O blogdogbu.com descobriu que o administrador virou um tipo de escudo do chefe de gabinete e costurou muito bem ás forças politicas dentro do governo e hoje dispõe de força o bastante para transformar em intocável o seu chefe de gabinete. Então o recado foi dado. Desistam!

João Boquinha e seu padrinho

     Algumas pessoas acreditavam que o lendário João Boquinha que sempre se doou de corpo e alma ao Partido dos Trabalhadores tinha sido indicado dentro do governo por Raimundão do PT. Na verdade, o blogdogbu.com andou vasculhando os anais das indicações e descobriu que o padrinho politico de João Boquinha é nada mais nada menos do que o homem mais forte do governo Agnelo Queiroz em Brazlândia, Bolivar Rocha. Esse é bom de padrinho!

Brunelli, Casa da Benção e Brasilia Tur

Do DFTV: Auditoria do GDF constatou indícios de ilegalidade no convênio firmado entre a Brasiliatur e a Associação Gideão de Assistência, que recebeu R$ 240 mil para promover o turismo cívico em Ceilândia, mas a festa teve caráter religioso. Há ainda suspeitas de que pode ter havido direcionamento de recurso.

O endereço da associação é o mesmo da Catedral da Benção, igreja da família do ex-distrital Júnior Brunelli, que destinou recurso à associação e pediu pressa na liberação do dinheiro. A auditoria mostrou ainda que dois diretores da associação são pastores da igreja. A empresa contratada para intermediar os shows também seria de um pastor.

Outro detalhe chamou a atenção dos auditores: para provar que o evento foi feito, a associação usou uma declaração do então comandante dos bombeiros de Samambaia, só que a festa foi realizada em Ceilândia. “”, avalia o secretário de Transparência, Carlos Higino.

A reportagem do DFTV foi hoje ao endereço que consta na ata de criação da associação, mas um funcionário afirmou que no local funciona o departamento jurídico de uma igreja.

Essa não é a primeira vez que Brunelli é alvo de denúncias de corrupção. No ano passado, ele teve os bens bloqueados pela Justiça porque foi citado em inquérito que apura denúncias de pagamento de propina no GDF. Ele renunciou ao mandato de distrital depois de ser flagrado recebendo dinheiro de Durval Barbosa, delator do suposto mensalão do DEM de Brasília, e ficou conhecido por protagonizar a chamada “oração da propina”.

O pedido de bloqueio de bens foi feito pelo Ministério Público. Pelas contas dos promotores, o ex-deputado terá que devolver R$5,5 milhões aos cofres públicos. O juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública entendeu que há existência de indícios de pratica de atos de improbidade por parte do ex-deputado e diante disso determinou o bloqueio de todos os bens de Brunelli.

A Brasiliatur foi criada em 2007 para fomentar o turismo no DF, mas foi extinta no ano passado diante de suspeitas de desvio de função. Até hoje, as contas da agência estão sendo investigadas.

A reportagem do DFTV procurou o ex-distrital, os diretores da Catedral da Benção e da Associação Gideão, mas eles não se pronunciaram sobre a denúncia. A assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros não foi localizada

Complica a situação de Jaqueline Roriz

Do Correio Braziliense: O Supremo Tribunal Federal (STF) receberá nos próximos dias mais um processo contra a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN). Desta vez, a parlamentar é acusada em ação penal de ter cometido o crime de falsidade ideológica quando era sócia da Agropecuária Palma. O processo foi encaminhando na quinta-feira pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), visto que só o STF tem competência para julgar atos referentes a membros do Congresso Nacional. O Supremo também avalia o pedido de abertura de inquérito feito pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, por conta do vídeo em que Jaqueline aparece, ao lado do marido, recebendo dinheiro de Durval Barbosa.

Ex-funcionários da fazenda processaram a agropecuária por conta de problemas de acertos trabalhistas na rescisão contratual. A alegação é de que teriam sido usados documentos falsos, assinados em branco. No Processo n.º 026031-9, a Justiça pede o enquadramento de Jaqueline e do engenheiro Waldo de Araújo Meireles nos artigos 304 (uso de documento falso) e 299 (falsidade ideológica) do Código Penal. Ambos são considerados como crimes contra a fé pública e podem ser punidos com reclusão de um a cinco anos e multa.

Os trabalhadores foram contratados para a construção de pontes e cercas na Fazenda Palma. O advogado de defesa da deputada, Cléber Lopes, afirma que a contratação foi intermediada pela empresa de Meireles na forma de empreitada e que não houve qualquer participação de Jaqueline. De toda forma, a parlamentar figura no contrato social da agropecuária como sócia responsável por esse tipo de ato. “A jurisprudência mostra que não adianta ser sócia, tem de ter participado ativamente”, defende Lopes. Meireles é considerado amigo pessoal da família e já foi acusado, no passado, de ter agido como laranja na compra de terras em Luziânia (GO) — município onde fica a Fazenda Palma.

Esta é a segunda vez que o processo muda de instância. Instaurada em 2007 no Juízo Federal da Subseção Judiciária de Luziânia (GO), a ação penal havia sido remetida, no mesmo ano, para o TRF-1 por conta da eleição de Jaqueline como deputada distrital. Agora, com o foro especial de parlamentar, o desembargador federal Carlos Olavo teve de remeter a ação ao STF. “No crime objeto deste feito, prevalece a competência do Supremo Tribunal Federal para atuar neste inquérito”, diz o magistrado na decisão.

Jaqueline se viu livre recentemente de outra ação que tramitava na 11ª Vara Federal. A deputada e os familiares estavam sendo executados pela Fazenda Nacional por conta de dívidas fiscais da Agropecuária Palma. Jaqueline teve os bens bloqueados no ano passado e precisou pedir a liberação da conta-corrente que usava para receber os salários de distrital — que na época estava com

R$ 32.926,36. Em 25 de fevereiro deste ano, a juíza federal Magnólia Silva da Gama e Souza extinguiu o processo que corria desde 2005, após o pagamento do débito.

Ontem, o governador Agnelo Queiroz voltou a falar sobre o vídeo envolvendo Jaqueline Roriz. Segundo ele, cabe à Justiça e ao Ministério Público prosseguirem com as investigações. “O povo do DF já tomou a primeira providência, ao derrotar o governo anterior”, afirmou o petista.

OS VIDEOS QUE ABALAM BRASILIA


Reportagem da revista Veja desta semana, assinada pelos jornalistas Rodrigo Rangel e Gustavo Ribeiro, descreve o clima de tensão e o poder de fogo da videoteca de Durval Barbosa. Confira:

“Os juristas discordam sobre os benefícios da delação premiada como método de combate ao crime organizado. Em Brasília, porém, restam poucas dúvidas sobre sua eficácia. Durante quase duas décadas, a cidade esteve sob controle de uma máfia que desviou mais de 4 bilhões de reais dos cofres públicos. Desde que o ex-delegado Durval Barbosa resolveu contar às autoridades o que sabia e, principalmente, entregar algumas das relíquias que guardava, a organização criminosa começou a ruir — e figurões da política foram sendo fulminados um a um. Um governador foi preso e cassado e parlamentares perderam o mandato.

Na semana passada, a deputada federal Jaqueline Roriz, filha do ex-governador Joaquim Roriz, apareceu em uma gravação de vídeo recebendo dinheiro ilegal, o que a transforma na primeira candidata a perder o mandato na atual legislatura. Vem mais por aí. Em entrevista a VEJA, na última quinta-feira, Durval Barbosa disse: “Entreguei às autoridades muito mais do que apareceu até agora. A sociedade tomará conhecimento de tudo em breve”.

O delator do escândalo que ficou conhecido como “mensalão do DEM” ameaça tragar outras figuras importantes do cenário político nacional. Ele disse a amigos ter um vídeo capaz de causar sérios embaraços ao recém-empossado governador do Distrito Federal, o petista Agnelo Queiroz — eleito na esteira do escândalo que, graças às revelações do delegado, derrubou José Roberto Arruda em 2010. Durval Barbosa, ao longo de quase dez anos, foi membro destacado do que agora ele ajuda a desbaratar. O delegado arrecadava propina dos empresários prestadores de serviços ao governo e a distribuía entre os políticos. Durval registrava tudo em vídeo. Em uma das dezenas de gravações ainda inéditas, Agnelo aparece conversando animadamente com o delegado no mesmo cenário em que outros políticos brasilienses foram flagrados recebendo dinheiro. O teor do diálogo? VEJA ouviu de uma pessoa que assistiu à gravação a definição da conversa: “Nada ortodoxa”. O governador, que se preparava para disputar as eleições, aparece vendo com muita atenção os filmetes estrelados por seus principais adversários. Depois, pede para levar uma cópia, no que é atendido. Quando está saindo da sala com os CDs nas mãos, Durval chama Agnelo e lhe entrega um jornal dobrado, que foi usado para ocultar os discos debaixo do braço. O governador, através de sua assessoria, confirma o encontro com o delator, mas informa que o objetivo foi apenas assistir a trechos editados dos vídeos.

Há também um encontro marcado entre criador e criatura. O ex-governador Joaquim Roriz, mentor do esquema de corrupção, não enfrentará problemas apenas com o perrengue de sua filha. Ele é personagem de uma das gravações ainda inéditas. Em 2002, Durval recolheu 2 milhões de reais para a campanha do governador. O dinheiro foi entregue a um assessor de Roriz, que, por sua vez, levou a mala até o comitê de campanha. O que o assessor não sabia era que tudo estava sendo gravado. Durval Barbosa filmou a mala cheia de dinheiro antes de ser entregue ao assessor de Roriz, o momento da entrega, a conversa sobre o destino do dinheiro, o caminho percorrido depois pelo assessor, o instante em que ele entrou no comitê de campanha com a mala e o momento em que ele saiu do comitê sem a mala. O delator já exibiu trechos dessa gravação a mais de uma pessoa e disse que seu objetivo, ao gravar inclusive o chefe, era garantir a própria proteção.

Ao longo dos anos em que o sistema operou livremente, Durval Barbosa tratou de registrar tudo em vídeo: as conversas com empresários, as reuniões políticas e os encontros para distribuir o dinheiro arrecadado. A videoteca clandestina tornou-o figura onipotente na política local. Fazia nomeações para cargos importantes, demitia, ameaçava. A sanha de poder era tamanha que ele planejou estender sua influência para além do governo do Distrito Federal. Num dos depoimentos sigilosos prestados no âmbito da investigação, ao qual VEJA teve acesso, o delator admitiu ter feito chegar a Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete do presidente Lula, um dos maiores interesses da máfia: a manutenção de um promotor ligado ao grupo na chefia do Ministério Público de Brasília. O recado a Carvalho, hoje ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, seguiu por meio de Christiane Araújo, uma advogada que goza de alguns privilégios e trânsito livre entre petistas poderosos da capital. Christiane integrou a equipe de transição de Lula para Dilma.

Ex-assessora do delator Durval Barbosa, Christiane Araújo também aparece em um vídeo da coleção do antigo patrão. Assim como todos os outros personagens, embolsando maços de dinheiro. Em entrevista a VEJA, a advogada garante que nunca recebeu dinheiro de Durval: “Se existe essa imagem minha pegando dinheiro, com certeza não era pra mim. Eu resolvia problemas dele e da esposa, pagava contas para ele”. Sobre o pedido ao ministro Gilberto Carvalho, a ex-assessora também desconversa: “O doutor Gilberto não sabia de nada do Durval. Quando eu conversei com ele sobre o procurador, a nomeação já estava definida. Eu só comentei sobre a escolha”. Ouvida pelos investigadores, Christiane confirmou ter enviado um e-mail a Gilberto Carvalho. A resposta do então chefe de gabinete de Lula acabou apreendida pela Polícia Federal durante uma operação de busca numa das empresas investigadas por ligação com a máfia. Carvalho, a partir de seu e-mail funcional do Planalto, dizia que iria “encaminhar a demanda” — isso significava dizer que levaria o pedido ao presidente. A VEJA, o ministro afirmou não ter atendido à solicitação.

A advogada foi demitida do governo de transição depois de descoberto seu envolvimento em outro escândalo, o da máfia dos sanguessugas. Leonardo Bandarra, o promotor indicado por ela, foi reconduzido ao cargo, como a quadrilha desejava. Hoje, sabe-se que o procurador-geral recebia dinheiro para impedir e atrapalhar investigações de seus colegas sobre a quadrilha. Ele foi afastado do Ministério Público.

O padrão de ética dos criminosos põe a traição no patamar das atitudes intoleráveis, passível da pena capital. Para o estado, a delação premiada constitui uma das mais eficazes maneiras de descobrir o funcionamento das organizações criminosas. A Justiça oferece benefícios em troca de informações. O primeiro caso de delação de que se tem notícia aconteceu na Inglaterra, em 1775. Dois irmãos gêmeos fizeram fortuna falsificando títulos. Suas falcatruas contavam com a ajuda de uma cortesã. Quando o esquema foi descoberto pelas autoridades, os dois irmãos tentaram se eximir de culpa apontando a cortesã como responsável pelos golpes. Presa, ela decidiu revelar a verdade. Os gêmeos acabaram executados, e a cortesã, considerada uma “testemunha da coroa”, foi perdoada e passou a viver sob proteção do estado. Para conseguir os benefícios da delação, Durval, já condenado a dez anos de prisão, tem ajudado com revelações corretas e verificáveis. As autoridades confiscaram dezenas de milhões de reais em terrenos, imóveis e empresas, fortuna que o delegado amealhou durante os anos em que foi caixa da quadrilha. No fim do ano passado, a polícia descobriu um plano para emboscar Durval Barbosa. Uma testemunha ouvida contou que um conhecido pistoleiro do interior de Goiás foi contratado por 1,5 milhão de reais para assassinar o delegado. O criminoso chegou a receber metade do pagamento, mas o assassinato, que seria levado a cabo em uma fazenda, acabou sendo descoberto e abortado pela polícia. Nas boas histórias da máfia, os primeiros suspeitos da encomenda do crime seriam os personagens delatados por Durval Barbosa. Como é uma história de máfia, a polícia suspeita dos personagens que estrelaram os filmes recebendo propina.

CORRUPÇÃO INSTITUCIONAL

Depois de destruir a carreira política do ex-governador José Roberto Arruda, o araponga Durval Barbosa direciona sua artilharia de vídeos comprometedores contra dois poderosos da capital: Joaquim Roriz (acima, à dir.) e Agnelo Queiroz. O primeiro, um notório ficha-suja, comandou Brasília por catorze anos e é considerado o criador do esquema de pagamento de propina a deputados distritais aliados. Foi sob os auspícios de Roriz que Durval ganhou poder e dinheiro e iniciou seus hábitos de gravar conversas. Também figura nos vídeos de Durval o atual governador, Agnelo Queiroz, que se apresenta como opositor do esquema que tomou de assalto o aparelho estatal de Brasília.

DE INGÊNUA, NEM A CARA

A deputada federal Jaqueline Roriz foi a mais recente estrela da repugnante cinemateca de Durval Barbosa. Ela aparece junto do marido recebendo 50 mil reais em maços de dinheiro do operador do mensalão de Brasília. Na ocasião, Jaqueline reclama que o valor recebido estava abaixo do combinado. Depois da divulgação do vídeo, a Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal que a deputada seja investigada. Ela também foi excluída da Comissão de Reforma Política da Câmara. Jaqueline não se pronunciou sobre o episódio, e o partido dela, o PMN, afirmou que seu envolvimento foi por “ingenuidade”.

PRESO E SEM MANDATO

O governador José Roberto Arruda não resistiu à divulgação de um vídeo em que ele recebia de Durval Barbosa maços de dinheiro para financiamento ilegal de campanha. Arruda tentou justificar que o dinheiro era para comprar panetones para crianças pobres da capital, mas não colou. Durante o curso das investigações, o ex-governador passou dois meses preso pela tentativa de subornar uma testemunha e teve o mandato cassado depois de se desligar do DEM, no intuito de evitar sua expulsão da legenda.

AGENTE INFILTRADO

Durante quatro anos, Leonardo Bandarra ocupou o cargo de procurador-geral do Ministério Público do Distrito Federal. O responsável por zelar pelo bom funcionamento das instituições públicas foi filmado na casa de uma promotora de Justiça que escondia dinheiro sujo. Para manter o MP longe da quadrilha que rapinava os cofres de Brasília, Bandarra recebia mesada de 150 mil reais. Agora, o espião da quadrilha perdeu o cargo e responde a denúncias propostas pelo Ministério Público Federal por envolvimento com a máfia brasiliense.

fonte: blogdapaolalima

sexta-feira, 11 de março de 2011

Especulações

    Existe um burburinho nos bastidores politicos que o administrador José Luiz Ramos estaria de saida do comando da administração da cidade. De acordo uma fonte muito próxima ao administrador ele estaria pensando em mudar de ares e para isso seria necessário se afastar do comando da cidade. Mas essa mesma fonte nos informou que Zé Luiz vem sofrendo pressão para abrir mão de seu chefe de gabinete para atender uma outra legenda da coligação vitóriosa. Na semana que vem poderá haver muitas surpresas.

FLAVÃO AGORA É DO GDF


DECRETOS DE 10 DE MARÇO DE 2011.
O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe confere o artigo100, incisos XXVI e XXVII, da Lei Orgânica do Distrito Federal, resolve:

NOMEAR FLAVIO DO CARMO para exercer o Cargo em Comissão, Símbolo DFA-06, de Secretário Administrativo,da Diretoria de Administração de Parques, da Superintendência de Gestão de Áreas Protegidas, do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito  Federal – Brasília Ambiental.

FONTE: DIÁRIO OFICIAL DF

quinta-feira, 10 de março de 2011

Falou demais

    Tem gente esperando sua nomeação na semana que vem em Brazlândia. Vale lembrar que ele resolveu brigar com um dos três mosqueteiros e para azar dele ou dela um dos mosqueteiros foi procurado para avalizar seu nome. Agora você tire suas conclusões. que AZAR!

Tudo pronto

     Como já não é novidade para ningúem. Amanhã será definido mais um grupo de futuras nomeações dentro de Brazlândia. Então já tem gente desmarcando agenda para fazer plantão na administração da cidade. Vamos dar uma pista. Ás decisões serão tomadas na casa de uma ilustre dirigente no setor veredas. O almoço será no assentamento logo depois da reunião. Quem quiser provar do estrogonofe de frango é só participar antes da reunião decisiva.

Sem nada e de olho!

      O administrador José Luiz Ramos parece que não faz muita questão de indicar pessoas na administração da cidade. Segundo pessoas próximas ao administrador, ele não tem nem 10% de indicação em sua própria administração. De acordo apurou o blogdogbu.com o chefe da cidade deverá começar indicar os seus aliados de confiança muito em breve. Mas só depois da reforma dos cargos que vem por ai. Ele está de olho e por enquanto sem nada!.

Boca calada

     Tem um grupo de pessoas que ainda não foram nomeadas dentro do governo e já definiram quais os nomes que serão preservados em eventuais criticas no periodo que antecede essa decisão. Na verdade eles aceitam até criticar o administrador da cidade, mas não passa pela a cabeça de nenhum deles fazer qualquer menção aos nomes de; Iraneide Araújo, Bolivar Rocha, Célia Barros e Raimundão do PT. Segundo algumas pessoas que continuam esperando é melhor eles em silêncio do que se posicionando contra.

ZÉ LUIZ TEM APROVAÇÃO DE SUA GESTÃO ATÉ AGORA

      O administrador José Luiz Ramos parece que realmente recebeu um cheque em branco da comunidade para administrar a cidade de Brazlândia. O blogdogbu.com realizou uma ENQUETE onde perguntava a avaliação da comunidade quanto o trabalho do administrador nesses primeiros dois meses de sua gestão. O resultado segundo alguns petista foi surpreendente tendo em vista que mais da metade dos internautas que responderam a pergunta consideraram o trabalho de Zé Luiz como positivo. Na verdade o que a comunidade quis dizer com a participação na Enquete e com os números finais foi de que chegou a hora de dar um crédito ao administrador assim como ao governador Agnelo Queiroz. Afinal dois meses não é tempo o bastante para se mostrar de fato o que eles buscam fazer para Brazlândia e para o DF como um todo.Veja como ficou os números finais da ENQUETE:


POSITIVA                           703 (56%)

UM FRACASSO                 197 (15%)
ELE PRECISA DE TEMPO 289 (23%)
MUITO FRACA                     66 (5%)
PARTICIPAÇÕES:              1255 pessoas

Os três mosqueteiros

     Na atual composição do novo governo. Existe três nomes que vem se destacando pela a simpatia e ao mesmo tempo pela a oposição fervorosa que ambos vem sofrendo de alguns ilustres anônimos. A assessora Iraneide Araújo e sua fiel escudeira Célia Barros vem mostrando que é no silêncio que se conquista espaço no atual governo. De acordo levantamento do blogdogbu.com ás duas amigas conseguiram emplacar mais de 30 pessoas entre nomeados e empregos terceirizados enquanto o outro mosqueteiro Raimundão do PT já está pra lá de bom no quesito atendimento.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Capotagem deixa três pessoas mortas e duas feridas na BR-080

Flávia Maia

Publicação: 09/03/2011 12:03 Atualização: 09/03/2011 13:26

Três pessoas morreram e duas ficaram feridas após o veículo em que estavam capotar, na manhã desta quarta-feira (9/3), no Km 15 da BR-080 próximo ao município de Padre Bernardo (GO). O acidente aconteceu por volta das 10h no trecho que é conhecido como "curva da morte".

Os dois homens que morreram na hora do acidente não puderam ser identificados porque a Polícia Rodoviária Federal (PRF) aguarda a perícia. Os corpos continuam dentro do Celta de placa HCA 6063 DF. A suspeita da polícia é de que o motorista tenha dormido ao volante e que estava em alta velocidade, mas apenas a perícia vai comprovar a causa da capotagem.

Os dois feridos, David Ribeiro da Silva, 24 anos, e Ádila Ribeiro Carvalho, 23, foram levados ao Hospital Regional de Brazlândia. David estava inconsciente no momento do socorro. Uma terceira pessoa, Patrícia Melo de Resende, 19 anos, chegou a ser encaminhada de helicóptero pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital de Base de Brasília (HBB), mas não resistiu aos ferimentos.

No local do acidente, há resquícios de um narguilé e de um barril de chopp. A PRF alertou que o acidente aconteceu em um trecho bastante perigoso. Em menos de um mês outro acidente com morte foi registrado na área.

fonte: correioweb

ELEIÇÃO DO GRUPO GBU: Damião Miguel ganha com 72% dos votos

Foto Arquivo GBU: Damião Miguel - set\2008
     O otimismo de Frederico Morais e o discurso extremamente emocionado não foi capaz de convencer os membros do Grupo GBU  que de forma democrática elegeu na noite de segunda -feira (07/03) o ex- Rodoviário Damião Miguel como o mais novo presidente do Grupo GBU.
    A eleição contou com a participação de 100% dos membros e os candidatos ; Damião Miguel e Frederico Morais receberam a maioria dos votos. Veja como ficou ao final a primeira eleição do Grupo GBU;
Resultado Final:

Damião Miguel - 72%
Frederico Morais - 22%
Brancos e nulos - 6%

Colaboração: Eleuza Fernandes e Augusto Sinopio

Quem é a cara de pau agora?

   A ex-deputada distrital Eurides Brito soltou a seguinte pérola após assistir confortavelmente em seus aposentos, ao vídeo que mostra a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN) recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa em 2006: “Quem é a cara de pau agora?”, indagou.

No auge do escândalo, Jaqueline saiu em defesa do pai, o ex-governador Joaquim Roriz, e chamou a então deputada Eurides Brito, de “cara de pau”.Pacientemente Eurides aguardou para dar o ‘troco’.

fonte: blogdodonnysilva

Coronel Fraga: “O GDF não tem oposição”

Camila Costa

“Existe um vídeo altamente comprometedor. Não tenho dúvidas de que logo logo vão começar a pipocar os escândalos”. O ex-deputado federal Alberto Fraga não titubeia ao falar do governo Agnelo Queiroz e, mesmo depois de cem dias, Fraga não facilita. Em casa, só de olho nas redes sociais e no andamento do governo, o político se prepara para voltar à cena e, segundo ele, para enfim estabelecer relação de oposição com o governo petista. Em entrevista exclusiva ao Jornal Alô Brasília, Fraga abriu o jogo e falou, também, sobre a crise no DEM.

O senhor chegou a declarar que uma avaliação concreta do governo Agnelo só poderia ser feita com 100 dias de gestão. Agnelo disse que está satisfeito com o resultado desses primeiros meses, e o senhor, o que acha?


Fraga - Ele não fez nada. Qualquer governo tem que ter cem dias para a gente poder avaliar, agora, se você for fazer uma avaliação do que foi feito, ele não fez absolutamente nada. Nós estamos esperando que aconteça alguma coisa, que depois do carnaval ele possa apresentar alguma coisa e dizer ao que veio. Até agora ele só fez trapalhada. Nomeação de defunto, acabou com educação integral, sem dar uma explicação plausível para pais e mães que ficaram sem o serviço. As obras, ele não conseguiu concluir e o que tem de importante que ele está anunciando é tudo do governo passado.

Todo governo começa com algumas dificuldades, precisa ajustar muitas coisas. Agnelo já teria conseguido estruturar a área administrativa do governo?

Fraga - Não conseguiu organizar. Primeiro cometeu um grande erro, quando exonerou de maneira súbita e intempestiva, milhares de comissionados, como se fossem apenas cabos eleitorais. Quando você ganha o governo você tem que ter lugar para quem trabalhou para você. Na sua grande maioria, os comissionados exercem funções importantes. Quando ele exonerou, sem nenhum planejamento, ele deixou a máquina pública, que é pesada, totalmente parada. E agora vai ter que contratar. Queria que eles mudassem o discurso. Quando exonera e demora para contratar é para engordar a receita.

Então, a exoneração dos comissionados foi uma estratégia do governo?

Fraga - Sim, eu acredito que sim. Ele fez uma estratégia para fazer caixa. Mas, a máquina administrativa está parada, e nós conhecemos vários serviços de importância para a sociedade que estão parados, sem poder oferecer o que deveria para a população, em virtude da exoneração dos comissionados. Tenho informação que secretário deste governo está falando para as pessoas que vem do entorno, para não virem mais se consultar aqui no DF. Estão fazendo trapalhada. Dizem que querem um governo com transparência e ficha limpa, mas mandei ele ler as fichas dos secretários dele. O que foi nomeado para a direção da Codeplan, Manoel Tavares, está envolvido em um escândalo da Fundação Gonçalves Lêdo, que desviou R$ 150 milhões de reais. Vou até plagiar o Psol, ele realmente colocou a raposa para tomar conta do galinheiro. Não tenho dúvidas de que logo logo vão começar a pipocar os escândalos.

O senhor acha que tem algum material, alguma gravação, vídeo comprometedor do governo?

Fraga - Sim, tem, inclusive, altamente comprometedor. Claro que existe. Um vídeo onde aparece uma grande autoridade negociando dinheiro. Se é o Agnelo, eu não sei. Não posso acusar sem a prova.

E crise do PR com GDF?

Fraga - Não tem crise nenhuma com o PR. O PR está brigando por cargos.

E sobre a oposição ao governo. Existe?

Fraga - Eu acho que não. Ou você é oposição ou é situação. Tem deputado que deveria ser de oposição, mas vira e fala que tem negócios da família com o governo, que não pode ser contra. Então não vá ser político, vá cuidar dos negócios. Não dá para misturar. Eu gostaria que tivesse pelo menos seis deputados de oposição. Wellignton Luiz (PSC) tá lá calado o tempo todo. Olair Francisco (PTdoB) tem que ser de oposição, se não for o partido tem que enquadra-lo. Se Washington Mesquita (PSDB) não for oposição, o PSDB tem que expulsar ele. Ele não pode continuar com esta brincadeira. É deputado de primeiro mandato, mas ele sabe muito bem o que é oposição e o que é base. O DEM tem uma resolução que proíbe qualquer coligação com o PT e o PSDB também tem. Talvez os deputados não estejam sendo orientados por seus partidos.

O DEM está sendo esta oposição?

Fraga - É isso que vamos ter que ver. Fazer uma avaliação. Estou aguardando a convenção nacional do partido, dia 15 de março, e espero que, a partir daí, as coisas comecem a mudar em Brasília. Mas, a única esperança que eu vejo de fazer oposição em Brasília é por meio dos veículos pequenos. A grande mídia já está comprada. Isso o PT sabe fazer muito bem. No governo Cristovam foi que se inventaram as verbas milionárias para publicidade.

No mês passado, o senhor acusou o GDF de nepotismo em seu Twitter?

Fraga - Chico Vigilante tem dois irmãos no governo. O presidente da CEB, Rubem Fonseca, teve o filho nomeado. O Bolívar, o assessor direto dele, teve a mulher nomeada.

Mas, no governo anterior, a sua mulher não foi afastada pelo mesmo motivo?

Fraga - A minha mulher, quando saiu a Súmula 13, imediatamente eu falei: peça demissão. E ela pediu, para não caracterizar nepotismo. Mas, com eles, a súmula já está ai um bom tempo, e eles estão fazendo isso. O nepotismo cruzado eles estão fazendo direto. Tem vários casos. Já cheguei a contar 17 pessoas no governo. Mas, mesmo trabalhando no governo, a minha mulher trabalhava, não é igual esses que, acima de tudo, ainda ficam em casa.

Ainda está de pé a intenção de assumir a presidência do Democratas?

Fraga - Pela quantidade que eu tive, eu espero que o DEM me prestigie. Fazer oposição sem mandato é muito difícil. O principal motivo, inclusive, é este, fazer oposição, fiscalizar o governo. Não vamos cometer a prática que eles, petistas, sempre fizeram. No governo Arruda tínhamos cinco parlamentares que eram de oposição e a Câmara Legislativa permitiu que ele fizessem o carnaval que fizeram lá dentro, tudo para fazer jogo de cena. Eu espero que a oposição não precise inventar nada, é só ter fiscalização que eles próprios fazem trapalhadas.

Sobre o transporte público, como o senhor avalia a crise do Passe Livre?

Fraga - Qual foi o dia que teve greve, confusão na Fácil quando eu era secretário? Nunca houve um dia que não mandei que tivesse a recarga imediatamente. Quando fizemos o projeto e entregamos na Câmara, eles deformaram o projeto, inclusive, o Sr. Paulo Tadeu, que é mentiroso ao dizer que foi ele que criou o Passe Livre. Quem criou fomos nós do governo passado e eu, enquanto secretário, que implantei o sistema. Ele pode até ter tido uma ideia, mas existe vício, o projeto dele nem sequer foi apreciado, pois é vício de origem. Um deputado não pode fazer um projeto que gere despesa para o poder Executivo. Isso é um princípio básico. Ele fez propaganda política dizendo que foi ele. Mentira! No dia que Agnelo e sua turma fizer alguma coisa, que não estava previsto ou em andamento do governo passado, eu vou aplaudir.

E o Plano Diretor de Transporte do DF?

Fraga - Eu que fiz a licitação pública, um trabalho super necessário e importante para o DF. Comecei a fazer mudanças no transporte e quando procurei não tinha um plano diretor. Ele é a norma padrão que vai dar o direcionamento do que vai ser feito daqui a dez ou 15 anos. Não existia isso. Eu fiz a licitação, a empresa que ganhou fez pesquisa, inclusive, coloquei no Plano Diretor a região do entorno. Fizemos pesquisa na origem, no destino, um trabalho fantástico, foi caro, mas um trabalho que vai ficar ai para o resto da vida. Então, até agora a única ação concreta que o governo Agnelo fez foi criar o Centro de Atendimento ao Turista.

O ex-governador Arruda voltaria a se candidatar?

Fraga - Não sei. Não faço a mínima ideia. Quem decide o destino de um político é a população. Assim como eu. Não sei se vou ser deputado federal, porque quem vai me mostrar isso é a população.


O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab vai deixar o DEM até 30 de março, vai fundar um novo partido. O partido está em crise?

Fraga - É uma crise, uma situação preocupante. O Kassab está fazendo isso na busca de cargos. Essa é a diferença. Eu ando triste porque não tenho o que fazer, estou cuidando das minhas coisas. Você quando tem um emprego, um trabalho, você se distrai. E eu não faço acordos. Durante meus 12 anos de mandato não tem nada que me prenda ou diga que não posso mexer com uma ou outra classe. Eu faço o que tem que ser feito. O DEM não acaba, mas pode encolher muito. Eu só vejo a minha saída do DEM se sentir que o partido não é mais o nosso. Eu já tive muitos problemas com o partido, foram eles que me atrapalharam na minha eleição, mas eu tenho um grupo político dentro do DEM e eu espero que esta situação se resolva. Eu só posso dizer se fico ou saio no final de março.

Da Redação do Jornal Alô Brasília


Reguffe no pé de Jaqueline Roriz

Do Correio Braziliense: A representação do PSol que pedirá à Corregedoria da Câmara dos Deputados abertura de processo contra Jaqueline Roriz (PMN) por quebra de decoro parlamentar não será a única iniciativa com potencial de gerar uma punição política para a deputada flagrada em vídeo ao lado do marido, Manoel Neto, recebendo dinheiro das mãos de Durval Barbosa. O deputado federal eleito pelo DF José Antônio Reguffe (PDT) vai protocolar, também amanhã, um projeto de resolução para emendar o Código de Ética da Câmara. O parlamentar quer incluir no texto o seguinte artigo: “Em caso de ilicitude no exercício do mandato ou para obtenção desse, o fato será objeto de investigação pela Câmara e de deliberação pelo Conselho de Ética”. Um crime tipificado como espécie de estelionato eleitoral.

O item vai de encontro a um precedente aberto na Casa em 2007, segundo o qual os parlamentares acordaram que investigação por quebra de decoro só vale para fatos ocorridos durante o curso do mandato. A proposta de Reguffe estabelece que atos ilegais cometidos para facilitar a vitória nas urnas devem ser alvo de investigação pela Corregedoria e de análise no Conselho de Ética. “Não é um projeto personificado em A ou B. Mas um debate de tese, conceito. Havendo algum tipo de ilicitude para se conquistar o mandato parlamentar a qualquer tempo, o ato não poderá ficar impune”, considerou.

Apesar de não estar rotulada, a providência é sob medida para o caso de Jaqueline Roriz. A defesa da deputada será construída com base no argumento de que, na ocasião em que o vídeo foi gravado, ela não tinha mandato. Hoje, esse discurso poderia evitar a abertura de processo por quebra de decoro contra Jaqueline. Vários deputados citam o entendimento de que a investigação se limita a atitudes praticadas no decurso do mandato com base em um parecer de 2007. Nessa época, o atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, então deputado federal e integrante do Conselho de Ética, escreveu um parecer respaldado pelos colegas estabelecendo que a Casa só abriria processo contra fatos suspeitos ocorridos após a posse do parlamentar. A medida ajudou a salvar deputados envolvidos no mensalão do PT.

A proposta de Reguffe tem potencial para reacender o debate de como a Câmara deve tratar os escândalos políticos envolvendo seus integrantes. Não é preciso ir longe para mostrar casos divergentes da tese de que a Casa Legislativa não tem legitimidade para apurar fatos pretéritos. A ex-distrital Eurides Brito (PMDB), por exemplo, teve o mandato cassado em 2010 por protagonizar enredo muito parecido com o de Jaqueline. Em 2006, assim como a filha de Roriz, foi filmada por Durval pegando dinheiro.

Iniciativa válida

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, considera válida a iniciativa parlamentar de alterar o Código de Ética da Câmara. Ele não concorda com o argumento segundo o qual ao ser eleito o deputado recebe uma espécie de “anistia”. “Não há mais ou menos ética, há ética. A partir do momento em que o homem público assume o mandato e se descobre alguma irregularidade que ele tenha cometido no passado, isso por si só já dá ensejo para a abertura do processo por quebra de decoro”, avalia. Para ele, o argumento de que só se pode punir fatos ocorridos no mandato é uma forma de o parlamentar se autoproteger.

O jurista Eduardo Alckmin, por sua vez, considera que o projeto de resolução a ser apresentado por Reguffe, em tese, poderá ser considerado inconstitucional, uma vez que, segundo ele, violaria um direito adquirido da parlamentar, o de responder a um eventual processo conforme as atuais regras em vigor da Câmara. Alckmin afirmou que não se pode admitir a criação de uma lei que atinja fatos passados. “Seria um atentado à segurança jurídica, algo absurdo”, observou.

Representantes da bancada federal do DF dizem que apoiam a iniciativa de Reguffe. “Se a população elege sem saber se ocorreu alguma ilegalidade no meio do caminho, não é certo partir do pressuposto que o parlamentar foi anistiado. Concordo que nesses casos a Câmara deve ter a obrigação de investigar a denúncia”, disse o presidente do PT no DF, deputado federal Roberto Policarpo. O colega Izalci Lucas (PR) também afirmou que não teria dificuldades em apoiar uma proposta como a de Reguffe. “Tem que se avaliar toda a vida pública”, disse. Ex-porta voz do governador Joaquim Roriz, o assessor de imprensa Paulo Fona reagiu à atitude de Reguffe. “O deputado do PDT deve estar querendo atingir alguns de seus companheiros de partido e os do mensalão do PT”, criticou Fona.

O governador Agnelo Queiroz (PT, comentou, ontem, no Ceilambódromo, as denúncias envolvendo a filha de Roriz. “Fiz minha parte ganhando as eleições. Agora, cabe ao Ministério Público, à Justiça e à polícia apurarem os fatos”.

fonte: blogdapaolalima

Jaqueline na mira da Procuradoria

Do Estado de S.Paulo: O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, informou, por meio de sua assessoria, que vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito contra a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada em gravação de vídeo recebendo dinheiro do esquema de corrupção do governo do Distrito Federal. As imagens foram obtidas e divulgadas em primeira mão pelo estadão.com.br, na sexta-feira.

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), disse ao Estado que pedirá nesta quarta-feira ao Ministério Público uma cópia da gravação e mais informações sobre o caso. Ele afirmou, ainda, que vai solicitar aos partidos que indiquem, até a semana que vem, os integrantes do Conselho de Ética da Casa.

Já o PSOL promete oficializar até sexta-feira o pedido para que a Câmara apure o envolvimento de Jaqueline, filha do ex-governador do DF Joaquim Roriz, com o escândalo que ficou conhecido como “mensalão do DEM”. O corregedor da Câmara, Eduardo da Fonte (PP-PE), anunciou que adotará postura “rigorosa” em relação ao caso.

O vídeo mostra Jaqueline e o marido, Manoel Neto, recebendo um maço de dinheiro das mãos de Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do governo do DF e delator do esquema de corrupção na capital federal.

domingo, 6 de março de 2011

Luiz Pitiman : Girando

   O secretário de obras, Luiz Pitiman, está realmente mostrando serviço no governo do Distrito Federal. Com a responsabilidade de melhorar a imagem estrutural da cidade depois do desgoverno de Rogério Rosso. O deputado Federal e agora secretário Pitiman vem coordenando de forma positiva a limpeza do DF sem esquecer dos Parques Ecológicos e da maioria das escolas que estão ou estarão passando por um revitalização geral. O governador Agnelo Queiroz já até inaugurou o chamado Ponto de Encontro da Comunidade - PEC. Iniciativa do governo dele e realizado pela a secretaria de obras.

Sala na Administração

   A Secretaria de Desenvolvimento Econômico poderá ter uma sala dentro da administração da cidade. Com a missão de tratar da questão do Pró - DF em Brazlândia. As novas assessoras da secretaria, Célia Barros e Iraneide poderão optar em ficar atuando na cidade . O blogdogbu.com espera que ambas fiquem na cidade para começar de fato essa discursão.

Prioridade das Prioridades

     O administrador regional José Luiz Ramos tem como prioridade em sua administração nesse momento vê no diário oficial do DF ás nomeações do grupo de trabalhadores do Parque de Serviços. Vale lembrar que Zé Luiz ganhou a queda de braço na escolha das últimas nomeações. Depois do Carnaval o administrador garante que não descansará um minuto sequer até vê o seu desejo realizado.

PANDORA: Vem mais videos por ai!

                                                                    N    a Caixa de Pandora, há deputados ligados a praticamente todos os partidos. Nos famosos vídeos, quando não estão recebendo dinheiro, aparecem na companhia de garotas de programa…
PANDORA é um show de escândalos! O pesadelo continua… E quem será o próximo deputado a ser detonado??? Um dica: ele está no primeiro mandato…

fonte: blogdodonnysilva

Agnelo Queiroz mostra video

     Na reunião de secretariado com o governador Agnelo Queiroz, na última quinta-feira (3), foi exibido um vídeo com as principais realizações do governo nesses primeiros 60 dias de gestão. Com pouco mais de cinco minutos de duração, o filme trazia construção de hospitais, de escolas, limpeza da cidade, recapeamento das ruas… Maioria absoluta de ações da Secretaria de Obras e Novacap. Peemedebistas saíram mais que satisfeitos.

fonte: blogdapaolalima

Deputados não querem saber de video de Jaqueline Roriz

    


Despreocupados com o desgaste da imagem e fechados no corporativismo que tomou conta do Congresso Nacional desde o escândalo do mensalão, deputados federais demonstram má vontade em avançar num eventual processo de quebra de decoro contra Jaqueline Roriz (PMN). A tese levantada pelos colegas da parlamentar baseia-se no fato de o vídeo em que ela e o marido, Manoel Neto, aparecem recebendo dinheiro de Durval Barbosa ser de 2006, anterior, portanto, ao atual mandato. E a depender do presidente da Comissão de Reforma Política, Almeida Lima (PMDB-SE), a filha do ex-governador Joaquim Roriz continuará participando das discussões sobre qual a melhor forma de financiar uma campanha política.

    O líder do DEM na Câmara, Antônio Carlos Magalhães Neto (BA), ex-corregedor da Casa, defendeu a apuração do vídeo, mas afirmou que fatos praticados antes do mandato não configuram quebra de decoro. “O ideal é que a Corregedoria possa apurar. A se afirmar que existe jurisprudência determinando que os fatos realizados anteriormente ao mandato não podem ser objetos de quebra de decoro”, afirma o parlamentar baiano. Políticos ouvidos pelo Correio usam termos fortes para falar da gravação, mas acabam ponderando que, politicamente, a parlamentar está livre. “A situação é grave, mas há um aspecto de ordem legal porque ocorreu antes da diplomação. Pode-se fazer um julgamento moral e ético, mas não de ordem legal”, cita o deputado Luciano Castro (PR-RR). Jovair Arantes (PTB-GO) faz a mesma avaliação. “Ela responde no Conselho de Ética por algum ilícito praticado no período em que é deputada.”

     O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello reforça a tese dos parlamentares. “A quebra de decoro é a prática de ato no curso em si do mandato”, afirma. “As consequências podem vir do campo penal. A situação não pode ser jogada para debaixo do tapete. Vamos esperar que as instituições cumpram os seus papéis”, emenda Mello.

     O deputado Almeida Lima disse que não cabe a ele excluir a deputada da Comissão de Reforma Política. “Não vou tomar atitude nenhuma. Não sou do Conselho de Ética nem da Mesa Diretora. Quem tem que tomar a decisão é o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS)”, destaca o peemedebista. O deputado Ricardo Berzoini (SP), integrante da comissão, foi além e disse que discutir o caso de Jaqueline dentro do colegiado pode atravancar os trabalhos. “Já está em curso uma investigação. Se o delito foi praticado no mandato, a Câmara trata. Fora do mandato, há instâncias competentes”, afirma o petista.

     Os seguidos escândalos que afetaram o Congresso desde 2005 — quando o PT foi acusado de comprar parlamentares para garantir a aprovação de projetos de interesse do governo — consolidaram a imagem de que deputados e senadores não cassam seus pares. No mensalão, apenas José Dirceu (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ) e Pedro Correa (PP-PE) tiveram os mandatos anulados. Desde então, o conselho instituiu que a quebra de decoro só pode ser aplicada para fatos ocorridos no mandato em curso.

fonte: correioweb
titulo: blogdogbu.com


Eleição do Grupo GBU será amanhã (07/03)

                                                                   O     s candidatos; Frederico Morais e Damião Miguel estarão nessa segunda - feira (07) frente a frente para a eleição que decidirá quem comandará o Grupo GBU pelo os próximos quatro anos. O candidato Frederico Morais se mostra muito confiante no voto democrático de amanhã; " Chegou a hora de mudanças e a força da renovação vai falar mais alto dentro do Grupo GBU. Vou ganhar a eleição e colocar o Grupo GBU com uma nova filosofia de trabalho dentro da cidade". - declarou confiante. No momento foi aprovado uma deliberação que o membro Frederico Morais responderá pelo o Grupo GBU até o resultado da eleição que deverá sair na noite de segunda - feira. Terão condições de voto os membros do grupo GBU e os candidatos disputarão 63 votos dentro do processo eleitoral. Então na terça - feira vamos conhecer através do blogdogbu.com quem será o vencedor.

Observação: O candidato eleito coordenará o Grupo GBU e seus meios de comunicação como; Jornal do GBU e o Blogdogbu.com.

sábado, 5 de março de 2011

O MENSALÃO DE JAQUELINE RORIZ

Veja o Video de maior
sucesso nesse Carnaval 2011


Veja o Diálogo:


Jaqueline Roriz — Você ia nos dar alguma coisa de estrutura, não era? E aí?

Durval Barbosa — Não. Qual é estrutura que você queria?

Jaqueline Roriz — Cargos.

Durval Barbosa — Não está dentro disso aqui não?

Manoel Neto — Não estamos (…) não

Durval Barbosa — Vamos fazer o seguinte. Em vez de conseguir cargo com a empresa, eu conseguiria o dinheiro, separaria o cargo. E conseguiria o dinheiro para aquelas pessoas que você queria (…) você faz pagamento mensal, né?

Jaqueline Roriz — Eu não tenho ninguém (…) ainda.

Durval Barbosa — Não tem ninguém? Então, você começa a pagar com esse dinheiro.

Jaqueline Roriz — Tem a possibilidade de você aumentar pra mim? Aumentar isso?

Durval Barbosa — Agora, você tem confirmadas as empresas (…).

Jaqueline Roriz — Olha, tem cinco pessoas que estão nos ajudando só na promessa. Não aconteceu nada ainda.

Manoel Neto — O único (…) foi você.

Jaqueline Roriz — Você foi o único.

Manoel Neto — Graças a Deus.

Jaqueline Roriz — O doutor Eumar ficou de me ajudar com as pessoas, até agora nada. Fernando Leite ficou de me ajudar. Até agora, nada. Absolutamente, nada.

Manoel Neto — Você tem como nos ajudar? Ligar para ele?

Durval Barbosa — Ele não atende.

Jaqueline Roriz — O Rogério da CEB ficou de me ajudar também. Passei para ele, e nada. Ele nem atende meu telefonema.

Arruda e Fraga podem ser intimados

                                                      O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, o ex-secretário de Transportes Alberto Fraga e o ex-diretor do DFTrans Paulo Henriue Munhoz são acusados de inchar o sistema de transporte coletivo da capital federal com 975 ônibus sem licitação. Os veículos foram incluídos no sistema a partir de 2007, quando o governo iniciou o programa de renovação da frota, e teria sido montado em reuniões da residência oficial de Águas Claras com a presença dos três e dos empresários do setor.

De acordo com a polícia, o então governador obrigou as empresas a renovar a frota e, ao mesmo tempo, manter os ônibus velhos rodando, sob ameaça de permitir o retorno das vans ao sistema e fazer licitação. Os veículos velhos foram cadastrado no DFTrans sob a condição de excepcionais, mas a polícia investiga a existência de pelo menos outros 400 carros piratas. A investigação começou em novembro de 2009, com a denúncia de um cooperado.

Nos próximos dias, a Polícia Civil vai mandar um documento para a secretaria de Transporte e DFTrans comunicando as irregularidades encontradas. Arruda, Fraga e Paulo Munhoz vão ser intimados a depor nos próximos dias. Os três já estão indiciados pelo crime de dispensa ilegal de licitação, previsto no artigo 89 da lei 8.666.

fonte: correioweb
titulo: blogdogbu.com

Laerte Bessa pronto para assumir

    

     Ele saiu da campanha de 2010 profundamente magoado com a família Roriz, que o abandonou no meio do caminho. Também nem telefonaram para agradecer ao aliado de primeira hora que deixou o PMDB para se juntar à Roriz. O ex-deputado federal Laerte Bessa (PSC) é suplente da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN).

Nesta sexta (4), o Estadão publicou a notícia e o vídeo que mostra o casal, Jaqueline Roriz e seu marido Manoel Neto, no gabinete de Durval Barbosa em 2006, recebendo cerca de R$50 mil.

Discretamente, Bessa comemorou muito o que chamou, segundo amigos próximos, de “justiça divina”. E espera, pacientemente, a cassação ou renúncia de Jaqueline Roriz, para poder assumir o mandato e dar continuidade ao seu trabalho em defesa das polícias do Brasil.

fonte: blogdodonny

BRAZFOLIA - 2011: VEJA A PROGRAMAÇÃO

Programação de carnaval

sexta-feira, 4 de março de 2011

Fácil é investigada

  O posto de atendimento da Fácil, no Setor de Diversão Sul (Conic), teve documentos recolhidos durante um mandado de busca e apreensão. Cerca de 20 agentes apreenderam ainda computadores e hardwares. A Operação Drakkar, deflagrada pela Divisão Especial de Repressão aos Crimes Contra a Administração Pública (Decap), investiga a existência de aproximadamente mil ônibus irregulares no Sistema de Transporte Público do DF.

A operação começou às 16h e por mais de duas horas os agentes revisaram os arquivos do local, que fica no subsolo do centro comercial. Enquanto os agentes recolhiam os documentos, a população foi atendida normalmente. Segundo o delegado-chefe da Decap, Flamarion Vidal, as investigações começaram em novembro do ano passado. Neste sábado o delegado vai convocar a imprensa para esclarecer a operação.

fonte: correioweb

PSOL quer a Cassação de Jaqueline Roriz

    PSOL quer a cassação da deputada Federal Jaqueline Roriz, (PMN-DF), filha do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, por quebra da ética e do decoro parlamentar. Jaqueline aparece em um vídeo junto com o marido, Manoel Neto, recebendo R$ 50 mil das mãos do ex-secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa. Ela ainda reclama que o valor está abaixo do combinado.
O

O presidente do PSOL do Distrito Federal, Antonio Carlos de Andrade, o Toninho, informa por meio de nota que enquanto não seja instalado o processo formal para a cassação da deputada, o partido irá requerer à Presidência da Câmara e à Presidência do PMN o imediato afastamento da parlamentar da Comissão da Reforma Política da Câmara.

O vídeo divulgado no site do jornal “O Estado de S.Paulo” foi gravado na campanha eleitoral de 2006.

O esquema do mensalão do DEM foi desmantelado pela operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, e resultou no afastamento do governador José Roberto Arruda.

”A gravação mostra também o descontentamento da deputada com a quantia recebida através do esquema fraudulento de Durval Barbosa, quando ela reclama, com muita intimidade, do “baixo” valor recebido. Enfim, as imagens dizem tudo!”, diz a nota. Informações de O Globo.

fonte: blogdodonny

Um Senador que mostra serviço

       O senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) protocolou, no final da tarde desta quarta-feira (02/03), uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para que o acesso à Internet passe a ser um direito social.

Com a mudança, o texto da Constituição Federal ficaria assim: “Art. 6.º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, o acesso à Rede Mundial de Computadores (Internet), a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.”

O objetivo da proposta é garantir que o Estado seja provedor deste direito, pois o acesso às novas tecnologias de informação e comunicação se torna cada vez mais importante para a formação pessoal, intelectual e profissional de todos os cidadãos. “Com certeza, o acesso ao computador e à Internet é fator decisivo para a competitividade dos países na economia internacional e dos indivíduos no mercado de trabalho”, afirma Rollemberg.

Apesar dos grandes avanços que ocorreram nos últimos anos em suas redes de telecomunicações, o Brasil ainda ocupava, em 2008, apenas a 69ª posição, entre 193, na lista da UIT (União Internacional de Telecomunicações) de países por percentagem da população com acesso à Internet, com 17,2%. Para se ter uma idéia, países como Austrália, Holanda, Suécia e Islândia têm entre 70% e 90% da sua população com acesso à Internet. Mesmo na América do Sul, o Brasil não está bem posicionado, pois vem atrás do Chile (28,9%), do Uruguai (20,6%) e da Argentina (17,8%).

No Brasil, existem duas classes de cidadãos: aqueles que têm acesso às vastas oportunidades dadas pelas tecnologias de informação e comunicação do século XXI e aqueles que estão isolados das amplas perspectivas educacionais e profissionais do futuro. “Nosso ainda grave apartheid social não será efetivamente superado se não abolirmos o apartheid digital”, conclui Rollemberg.

fonte: blogdodonny

Ficha Limpa pode não valer!

   O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, admitiu nesta quinta-feira que o Supremo Tribunal Federal (STF) pode reverter o atual entendimento de que a Lei da Ficha Limpa poderia ser aplicada nas últimas eleições. Se for consolidada a tese, haveria uma mudança na lista de eleitos, que exclui políticos campeões de votos por serem “fichas sujas”.

“Ela valeu para as últimas eleições, mas é possível que haja uma reversão no Supremo Tribunal Federal. De qualquer maneira houve uma depuração sensível dos quadros políticos, a própria cidadania expurgou aqueles que não tinham bons antecedentes”, disse Lewandowski ao participar da posse do novo ministro do Supremo, Luiz Fux. “Daqui pra frente o povo, cidadão, eleitor sempre irá escolher o melhor candidato, sempre irá examinar os antecedentes daqueles que detém cargos públicos”, completou. Informações do Terra.

Em outubro do ano passado, após dois empates consecutivos em um julgamento sobre a Lei da Ficha Limpa, os ministros do STF consolidaram entendimento de que a legislação com novas regras de inelegibilidade poderia ser aplicada e produzir efeitos em 2010. O caso dizia respeito ao então deputado Jader Barbalho (PMDB-PA), que havia conseguido votos suficientes para se eleger senador, mas era impedido de tomar posse.

Situações específicas de outros políticos não empossados, como o do governador cassado da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), ainda precisarão ser analisadas pelo STF, uma vez que a decisão sobre a Lei da Ficha Limpa dada pelo tribunal dizia respeito apenas a casos de políticos que haviam renunciado a mandatos eletivos para escapar de processos de cassação.

fonte: blogdodonny

Deputada Jaqueline Roriz se enrrola

: Do Estado de S. Paulo: Um vídeo inédito, em análise no Ministério Público, mostra a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), filha do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, junto com o marido, Manoel Neto, recebendo um maço de dinheiro das mãos do ex-secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa. O vídeo foi gravado na campanha eleitoral de 2006, na sala de Barbosa, delator do escândalo de corrupção conhecido como “mensalão do DEM”. O esquema foi desmantelado pela operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, e acabou derrubando o governador José Roberto Arruda.

O ‘Estado’ teve acesso à fita e há uma semana tem tentado falar com a deputada, que foi procurada em seu gabinete, na residência e por telefone. Avisada do teor do vídeo, a assessoria da deputada disse que ela estava em viagem e não deu retorno até a publicação desta reportagem. Ela sempre negou com veemência qualquer envolvimento dela e do pai no esquema. Em discurso, em abril passado, ela chamou de “cara de pau” a deputada Eurides Brito (PMDB), cassada após a divulgação de vídeo em que aparece recebendo propina de Barbosa e colocando o dinheiro numa bolsa de couro.

O vídeo, o 31º da chamada “coleção da corrupção no DF”, mostra o casal recebendo e colocando um maço de R$ 50 mil numa mochila, reclamando que o valor estava abaixo do combinado e negociando novas contribuições para a campanha de Jaqueline, que se elegeu deputada distrital naquele ano. “Rapaz, não é fácil ser candidato. Resolve isso para mim cara!”, apela Neto, ao ser avisado de que a quantia ficaria entre três e cinco remessas e não seis, como combinado.

Jaqueline e o marido demonstram satisfação quando veem Barbosa colocar o maço fornido de notas de R$ 100 sobre a mesa. Mas, com certa arrogância, reclamam do valor, supostamente abaixo do combinado, e tratam Barbosa como um empregado relapso. “Como só cinco?… Eu preciso de mais, por favor! Porque isso aí, para nós, é muito complicado de fazer”, queixa-se Neto.

Mais adiante, Jaqueline explica as dificuldades de campanha e indaga: “Tem possibilidade de você aumentar (o valor) para mim?”.

- Vamos ver - responde Barbosa.

A seguir, ela explica por que precisará de mais contribuição: “tem cinco pessoas que estão já nos ajudando. Isso enquanto não começa… não aconteceu nada ainda”. Num diálogo entrecortado, ela conta que vários colaboradores, “como o Rogério, da CEB”, prometeram ajuda, mas falharam - “até agora, nada”, diz.

Até agora, Barbosa, que montou e operava o esquema de corrupção desde 2002, no governo Roriz, vinha preservando o antigo chefe e só havia delatado integrantes do governo Arruda, que o promovera a secretário de Estado para continuar operando a arrecadação de propina para o chamado mensalão do DEM. Roriz nega que a organização do esquema venha desde o seu governo.

A Culpa é do cunhado

    Fora de Brasília e sem contato com a imprensa, a deputada Jaqueline Roriz (PMN) não comentou o vídeo em que aparece com o marido Manoel Neto recebendo dinheiro do ex-secretário de Relações Institucionais do GDF Durval Barbosa. Sua irmã, a deputada distrital Liliane Roriz (PRTB) foi quem saiu em sua defesa. “Eu não sabia desse episódio, mas fica claro que quem negociou foi o marido dela. A culpa é dele”, afirma. Já Celina Leão, deputada distrital que foi chefe de gabinete de Jaqueline e hoje é secretária-geral do PMN, partido da deputada federal, preferiu não comentar o vídeo. Por meio de sua assessoria, Celina (foto) afirmou que em 2006, época da gravação, nenhuma das duas estava no PMN e Jaqueline sequer havia sido eleita distrital.

fonte: blogdapaolalima

Advogado de Arruda: "Esquema já existia"

Do Estado de S. Paulo: A defesa do ex-governador José Roberto Arruda manifestou-se sobre a revelação de vídeo, pelo portal do Estadão.com.br, nesta sexta-feira, 4, que mostra a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) recebendo um maço de dinheiro do ex-secretário Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa. “O vídeo da Jaqueline comprova que o esquema de corrupção do qual Durval fazia parte existia no governo Roriz”, disse o advogado Cristiano Maronna, que defende Arruda no inquérito que corre no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo ele, o vídeo “reforça a tese de que Arruda tentou acabar com ele [esquema], mas foi derrubado pelos interessados na sua manutenção”. O vídeo com as imagens de Jaqueline foi gravado na campanha eleitoral de 2006, na sala de Barbosa, delator do escândalo de corrupção conhecido como “mensalão do DEM”. O esquema foi desmantelado pela operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, e acabou derrubando José Roberto Arruda do governo do DF.

O vídeo, o 31º da chamada “coleção da corrupção no DF”, mostra Jaqueline e o marido, Manoel Neto, recebendo e colocando um maço de R$ 50 mil numa mochila, reclamando que o valor estava abaixo do combinado e negociando novas contribuições para a campanha de Jaqueline, que se elegeu deputada distrital naquele ano. “Rapaz, não é fácil ser candidato. Resolve isso para mim cara!”, apela Neto, ao ser avisado de que a quantia ficaria entre três e cinco remessas e não seis, como combinado.